* Com informações de Mauren Xavier, Bibiana Borba e Eduardo Paganella
Os protestos sociais e sindicais que marcaram a manhã desta quinta-feira terminaram em uma grande concentração em frente ao Palácio Piratini, sede do governo do Estado. No início da tarde, cerca de 3 mil pessoas se aglomeraram depois de percorrer diversos locais do Centro da Capital. A tropa de choque da Brigada Militar acompanha as manifestações à distância. O clima é tranquilo em frente ao Palácio. Manifestantes gritam palavras de ordem, mas não há registro de tumulto.
O ato é em defesa do Dia Nacional de Mobilização pela Democracia. Os integrantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) que estavam em Canoas também vieram a Porto Alegre. No fim da manhã eles apoiaram os professores e, em seguida, se juntaram ao grande grupo que se formou no Largo Glênio Peres para se dirigir à sede do Executivo estadual.
Movimentos percorreram ruas do Centro da Capital
No Largo Glênio Peres, no Centro Histórico, integrantes do Movimento dos Sem Terra (MST) e CUT aguardaram a chegada de manifestantes da Via Campesina para iniciarem uma caminhada. Líderes discursavam em cima do carro de som estacionado próximo ao Mercado Público e defendiam a Petrobras e o governo da presidente Dilma Rousseff. Do outro lado da rua, em frente ao Paço Municipal, integrantes da Central Sindical e Popular - Conlutas (CSP) e do sindicato dos municipários de Porto Alegre (Simpa) protestavam contra os governos federal, estadual e municipal.
Em outro trecho da cidade, o Sindicato dos Professores (Cpers) protestou, no começo da manhã, em frente ao Instituto de Previdência do Estado (Ipe). O grupo reivindicava melhorias na saúde do Rio Grande do Sul e alertava para o sucateamento do instituto e falta de repasses. Ao final do protesto, parte do grupo tomou o caminho da Borges de Medeiros para ir também à sede do governo do Estado.
Manifestações se concentram em frente ao Palácio Piratini
Protestos sociais e sindicais que marcaram a manhã desta quinta-feira