O grupo chegou a atear fogo a pedaços de madeira e o Corpo de Bombeiros precisou ir ao local. Um dos participantes do protesto disse que os carros ficam danificados em função dos buracos e da lama na área. Segundo ele, o asfaltamento da estrada foi aprovado no Orçamento Participativo de 2005, mas até hoje a pavimentação não foi realizada.
O trecho que estava em meia-pista na avenida Azenha, em Porto Alegre, também foi liberado no final da manhã. O ponto, próximo à Oscar Pereira, estava parcialmente bloqueado para o atendimento de uma mulher de 66 anos que sofreu um mal súbito. Paula Regina da Silva morreu na calçada.