Dentre os itens listados no documento estão desoneração fiscal, menores cargas tributárias e redução de juros. Sindicalistas, empresários e estudantes fazem parte do movimento, que reuniu cerca de 2 mil trabalhadores mais cedo, em monilização no Largo Glênio Peres e na Esquina Democrática, no Centro da Capital. Segundo os manifestantes, um em cada três produtos são importados.
Após conversar com integrantes do grupo, Tarso concedeu uma rápida declaração à imprensa. “A competitividade na globalização tem que ser regulada. Se não for ela sacrifica países num ritmo de desenvolvimento como o nosso”, comentou Tarso. “Precisamos um equilíbrio desse processo, fortalecendo o nosso parque industrial”, acrescentou o governador.
Na Assembleia Legislativa, a comissão foi recebida pela deputada Zilá Breitenbach, 1ª vice-presidente da Casa. Zilá avaliou ser necessária a presença de membros do parlamento gaúcho em Brasília, acompanhando a agenda nacional do movimento. “Assumimos o compromisso de estar lá com uma representação parlamenatar”, garantiu.
A deputada elogiou a união de trabalhadores e empregadores. “Esta demonstração de força deve servir de pressão para que o Estado avance nas questões que lhe cabem, como infraestrutura e logística, e sobre a União a respeito da reforma tributária e do custo da energia no país”, afirmou.
Com informações de Luiz Sérgio Dibe.
Ato do movimento Grito de Alerta - O Brasil não pode Parar | Foto: Paulo Nunes