O ato Na Capital fez parte da agenda nacional de manifestações contra os gastos do governo com o Mundial no Brasil, que começa no mês que vem. Na maior parte da caminhada, não foram registradas depredações. Algumas lojas da Borges de Medeiros foram pichadas por integrantes que estavam mascarados, no entanto. Além disso, alguns ativistas também atearam fogo em contêiner (foto) onde foi pintado "fora Copa" e as chamas tiveram de ser apagadas pelo Corpo de Bombeiros. Durante o ato, as lojas fecharam as portas e cartazes contra a Copa foram colados em prédios. A Brigada Militar (BM) e Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) acompanharam a caminhada de perto. Em frente a uma agência bancária, na Borges, fortemente protegida por soldados, a BM foi vaiada.
A caminhada parou na esquina da avenida Loureiro da Silva com a rua José do Patrocínio, na Cidade Baixa. Com megafones, discursos foram pronunciadas contra a Copa, contra a remoção de famílias da avenida Tronco e contra a tentativa de “privatização” do Morro Santa Tereza. O trânsito parou e congestionou nos arredores.
Por volta das 20h30min, o grupo dispersou pela Cidade Baixa e o protesto acabou. As vias que estavam bloqueadas foram liberadas em seguida.
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