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Manifestantes se reúnem na Candelária, no Rio

Participantes negociam a segurança do protesto com a PM

Por volta de 16h, milhares de jovens começam a se reunir no Centro do Rio de Janeiro para participar de mais uma manifestação. Na Candelária, ponto de encontro, organizadores negociam a segurança do protesto com a Polícia Militar (PM).

O estudante de administração Kauê Maia, de 25 anos, disse que apesar da redução das tarifas de ônibus, o movimento tem uma série de reivindicações para apresentar ao governo. "Queremos investigação dos gastos da Copa (do Mundo), das privatizações de estádios e do aeroporto do Galeão e o fim do abuso do poder policial", disse ele, ao chegar na concentração. "Cada cartaz é um item da nossa lista", completou.

A Polícia Militar negociou o trajeto da passeata até a prefeitura, cerca de 40 minutos de caminhada, e espera que o protesto seja ordeiro, sem quebra-quebra, afirmou o tenente-coronel Sidney Camargo. Ele não informou quantos homens acompanharão o ato.

No caminho até a Candelária, agências bancárias instalaram tapumes em frente às lojas, para evitar depredações como as que ocorrem na manifestação de segunda-feira. O MetroRio colocou proteção na entrada da Estação Cidade Nova, em frente à prefeitura, na Avenida Presidente Vargas. No local é intensa a movimentação de pessoas que deixam o trabalho, em função do ponto facultativo estabelecido pela cidade e governo do estado.

Policiais do Exercito estão posicionados em frente ao monumento a Duque de Caxias, na altura do Comando Militar dos Leste. A movimentação de veículos é intensa no sentido Estádio Jornalista Mário Filho, Maracanã, devido ao jogo entre Taiti e Espanha, pela Copa das Confederações

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