Nessa manhã as principais avenidas enfrentaram congestionamentos em razão dos protestos dos trabalhadores que exigem novo reajuste salarial. Por cerca de duas horas, eles interromperam os corredores de ônibus das vias de acesso ao Centro.
Os trabalhadores do setor exigem 22% de reposição, enquanto o setor patronal oferece 4%. Gamaliel já havia deixado claro que qualquer proposta inferior a 7% sequer vai ser analisada. No sábado, cobradores e motoristas entraram em estado de greve.