A ação conta com o apoio da Pastoral Carcerária, da Secretaria Municipal da Indústria e Comércio e do Sebrae. O projeto de inclusão social de presas, através de curso profissionalizante e trabalho em patchwork teve como piloto a Penitenciária Jair Fiorin, onde o curso iniciou em 20 de julho e terminou em 20 de outubro. Estão previstos novos cursos na unidade de Montenegro e no Albergue Feminino da Brigada Militar, em Porto Alegre.
Segundo Maria Lúcia Brum, coordenadora do projeto na Susepe, os trabalhos são feitos à mão com material fornecido pela Pastoral Carcerária, mas faz um apelo para que empresas ou instituições que queiram fazer doações de máquina de costura, tecidos e outros materiais, entrem em contato com a Susepe. Com uma maior quantidade de material, o trabalho poderá ser ampliado com o aumento da produção e mais presas inseridas.
Também ajudam a coordenar o trabalho, Iracy dos Santos, da Pastoral Carcerária, e a professora Mara Wadosk, que ministra os cursos. O Sebrae fará orientação, a partir de janeiro, sobre gestão, custos e vendas, e a Smic participa com espaços para exposição, auxiliando, inclusive, com divulgação. O objetivo é ajudar as detentas na inserção social, proporcionando aprendizado para ocupar o tempo ocioso, além de possibilitar atividade com renda.