A Polícia Civil aguarda o trabalho do Instituto Geral de Perícias (IGP) de Porto Alegre, que deve ser feito nos próximos dias. Irani conta que a suspeita é que o fogo tenha sido criminoso, já que há um mês a escola já havia sido alvo de outro ato de vandalismo. Na ocasião, foram quebrados vidros e forros de gesso, além de danificado o jardim do local.
No sábado, as chamas destruíram o gabinete odontológico instalado no prédio, um banheiro e uma sala utilizada como depósito. Também foram quebradas portas e vidros. "Notamos a falta de um computador e de uma estufa elétrica do gabiente dentário", disse a diretora.
Irani destacou o prejuízo para os cerca de 280 moradores que são atendidos mensalmente no gabinete odontológico. Para recuperação dos espaços, porém, será necessária liberação de verba pelo governo estadual, em razão da extensão dos danos.
Conforme a diretora, há possibilidade de alunos terem participado do ato, motivados por represália em razão de não aceitarem normas da escola. "Espero que não tenha ninguém da escola envolvido, se não será muito triste, pois é contra nossa filosofia qualquer tipo de violência", afirmou.