Segundo o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Santa Rosa, João Roque dos Santos, a reivindicação é por uma redução de jornada – de 44 horas para 40 horas semanais – a exemplo do que ocorre na planta de Canoas. “Não há motivos para os trabalhadores de uma planta terem benefícios e os de outra não," argumentou.
Os metalúrgicos também buscam subsídio para transporte coletivo, benefício que já é fornecido aos funcionários de Canoas. Outra reivindicação é por um plano de cargos e salários. “Hoje, um metalúrgico com 15 anos de trabalho ganha pouco mais do que o piso, que é de R$ 837, o que não é justo", avaliou o vice-presidente.
O sindicato apresentou reivindicações para a empresa há 90 dias. Depois disso, ainda ocorreu uma reunião entre as partes, mas não houve avanço. A AGCO emprega cerca de 800 metalúrgicos em Santa Rosa.