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Metroviários rejeitam proposta e seguem em estado de greve

Categoria aguarda resposta do Trensurb até a próxima segunda-feira

Os metroviários rejeitaram, por unanimidade, em assembleia realizada no refeitório da empresa, nesta quinta-feira, a proposta da direção da Trensurb, que ofereceu os seguintes valores ao plano de saúde: R$ 120 para quem ganha até R$ 3,5 mil (bruto); R$ 150, de R$ 3,5 mil até R$ 5 mil; e R$ 185 para quem ganha acima de R$ 5 mil. Eles fizeram uma nova proposta para apresentar à direção da empresa, que consiste em um abono de R$ 60 por cada membro da família.

O presidente do Sindicato dos Metroviários do Rio Grande do Sul (Sindimetro/RS), Luis Henrique Chagas, considera muito difícil que a empresa aceite a proposta original, que era aumentar a participação da Trensurb no plano de saúde. “Estamos negociando esse projeto há mais de ano. A participação da empresa é de 50% no plano de saúde. Queremos que ela aumente para 80%. Só para se ter uma ideia, quem recebe até R$ 1,5 mil paga a mesma coisa que um gerente, que ganha quase R$ 30 mil”, comentou Chagas.

O Sindimetro/RS aguarda para a próxima segunda-feira uma resposta da direção do Trensurb. Uma nova assembleia dos trabalhadores está marcada para a tarde daquele dia. O estado de greve continua, e Chagas ameaça. “Vamos parar se eles não nos atenderem. É o único jeito que eles entendem”, afirmou.

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