Lançada no ano passado, a estratégia fortalece um modelo de atenção que vai do reforço do planejamento familiar à confirmação da gravidez, passando pelo pré-natal, parto, pós-parto, até os dois primeiros anos de vida da criança. Do total de recursos, R$ 25,7 milhões, referentes ao mês de junho, já começaram a chegar.
“O plano define os primeiros passos para a implantação da Rede Cegonha no estado”, explica a coordenadora. Serão criados 113 leitos de Gestação de Alto Risco, um leito de UTI Neonatal tipo II e 52 leitos Canguru.
A portaria nº 1.480, publicada no Diário Oficial da União desta quarta, garante o repasse do dinheiro à primeira etapa do plano de ação da Rede Cegonha em municípios que compõem as regiões prioritárias do Rio Grande do Sul:
Alvorada (R$ 3,83 milhões);
Cachoeirinha (R$ 2,42 milhões);
Campo Bom (R$ 297 mil);
Canoas (R$ 4,48 milhões);
Capão da Canoa (R$ 297 mil);
Estância Velha (R$ 297 mil);
Esteio (R$ 763 mil);
Gravataí (R$ 1,01 milhão);
Novo Hamburgo (R$ 4,71 milhões);
Osório (R$ 297 mil);
Porto Alegre (R$ 27 milhões);
São Leopoldo (R$ 3,32 milhões);
Sapiranga (R$ 446 mil);
Sapucaia do Sul (R$ 1,22 milhão);
Taquara (R$ 297 mil);
Torres (R$ 508 mil);
Tramandaí (R$ 3,01 milhões);
Viamão (R$ 446 mil).