Para a presidente do Cpers, Rejane de Oliveira, o Estado desrespeita a posição dos professores ao sugerir que os estudantes sejam levados ao colégio. Já o secretário da Educação, José Clóvis Azevedo, disse que não cabe ao poder público coibir manifestações, mas garantir uma alternativa para quem quer estudar ou dar aula. Azevedo apontou, ainda, que não há como prever a dimensão da paralisação programada, mas assegurou que as escolas estarão abertas ao longo da quarta-feira. "Há lugar para o movimento e para as aulas", afirmou.
A manifestação integra a mobilização nacional da categoria, que no Rio Grande do Sul também critica a reforma da previdência estadual (proposta de ampliação de 11% para 16,5% a contribuição de servidores que recebem acima de R$ 3.689,66) e as alterações nos pagamentos das Requisições de Pequeno Valor (RPVs) anunciadas pelo Piratini.