Uma das moradoras da Vila Floresta que visitou as obras Cátia Sabrina Geiger aprovou o empreendimento. “Esse é um local diferente, um pouco afastado da zona Norte, mas bem agradável”, afirmou ela.
Para Ana Claudia dos Santos Rodrigues, a única preocupação é em relação ao tamanho dos apartamentos. Mesmo assim, ela acredita que tudo é uma questão de adaptação. “Pelo menos será a nossa casa. Isso sim que importa”, disse.
O Residencial Camaquã deverá ser entregue até o final do ano. Localizado na Travessa Escobar, na zona Sul, os imóveis têm dois quartos, sala, cozinha e banheiro. Além de área de lazer interna.
Segundo o chefe de gabinete da Secretaria Estadual de Habitação e Saneamento, Nasson Sant’Anna, de todo o processo de transferências essas famílias não foram contempladas com a indenização porque moravam de aluguel. Houve uma negociação para que elas deixassem o local por meio de pagamento de aluguel-social (no período de um ano).
Como não houve acordo, a Justiça determinou a transferência, que se dará por meio da aquisição de uma casa do programa Minha Casa, Minha Vida. A escolha do condomínio ocorreu porque a área foi doada pelo Estado, por meio do Banco de Terras Públicas, com recursos da Caixa Econômica Federal.