A população local protesta que, com a medida, terá como opção somente os coletivos de Viamão, que possuem passagem R$ 0,40 mais cara, são em menor número e apresentam piores condições que os da Carris. Segundo eles, para embarcar em um ônibus da Capital, com as grades os moradores teriam que caminhar quatro quilômetros.
Em reunião na manhã desta sexta-feira, a comunidade decidiu tomar posição contrária ao fechamento e pedir explicações à Universidade. A reportagem entrou em contato com a UFRGS, na tarde desta sexta-feira, e foi informada que o responsável pela área cumpria agenda interna. A Universidade não confirma a medida, que seria tomada por questão de segurança, porém já estão sendo colocadas grades no entorno do terminal.