O dono de uma fazenda localizada próximo ao arroio apresentou-se como suposto responsável pelo crime ambiental. Ele informou que um vazamento de dejetos suínos, oriundo de pocilgas existentes na propriedade, provocou a mortandade.
Apesar do relato, o Comando Ambiental da Brigada ainda não descartou que outros fatores tenham contribuído para a queda drástica na oxigenação do arroio, e por isso inspeciona a região. A corporação também vai verificar a situação dos rios Cadeia e Caí, que recebem as águas do riacho.
Só neste mês o Estado já registrou duas mortandades de peixes em água doce. A primeira, de proporções maiores, provocou a morte de mais de 16 toneladas de animais no Rio dos Sinos.