Segundo testemunhas, logo que o motorista abriu a porta, o assassino fez os disparos, sem entrar no ônibus. O crime aconteceu pouco antes das 6h na rua São Luiz Gonzaga, em São Cristóvão (zona norte). Os passageiros entraram em pânico e tentara se proteger embaixo dos bancos.
Funcionários da Braso Lisboa elogiaram Francinaldo e o descreveram como um profissional tranquilo, que nunca teve qualquer problema na empresa. O motorista era casado e tinha três filhos.
O Rio Ônibus, sindicato que reúne grandes empresas de transporte coletivo da cidade, informou em nota que ajudará a polícia na investigação e cederá imagens do circuito interno do ônibus. "Francinaldo sempre foi considerado um bom profissional", diz a nota do sindicato.