De acordo com a denúncia do Ministério Público, o jovem mecânico fazia um racha na ponte Giuseppe Garibaldi, no limite entre Tramandaí e Imbé, quando bateu contra um Focus, atropelou pedestres e pescadores no local e caiu nas águas. Ele conduzia uma caminhonete S-10 e estava embriagado, conforme constatou o teste do bafômetro, que apontou 1,06 mg/l de álcool no sangue - quase quatro vezes acima do permitido. Durante o acidente morreram Euclides Capellari, de 77 anos, o filho dele, Gilmar, de 44, e Edson Dullius Francisco Júnior, caroneiro da S-10, cujo corpo só foi encontrado em Santa Catarina, quase duas semanas mais tarde.
Na sua decisão, Cristiane estabeleceu condições para a manutenção da liberdade. Braga deverá comparecer a todos os autos do processo. Além disso, precisará comparecer em juízo mensalmente e manter endereço atualizado. Também não deverá dirigir até julgamento ou voltará à prisão.