Os rodoviários – que incluem motoristas, cobradores, despachantes e funcionários de manutenção – pedem reajuste de 23% para os motoristas, o que corresponderia a um piso salarial de R$ 2 mil. Também querem aumento na cesta básica dos atuais R$ 80 para R$ 200, além de um tíquete-alimentação de R$ 15, que hoje não existe. Segundo o sindicalista, as empresas ofereceram concessão de cesta básica no valor de R$ 96, mas não acenaram com possibilidade de conceder o tíquete.
Atualmente, de acordo com Sebastião, o salário inicial bruto de um motorista júnior é R$ 1.055 e o de um motorista com experiência chega a R$ 1.618. O de um cobrador é R$ 892.
Uma nova assembleia está marcada para a próxima quinta-feira, quando os trabalhadores decidem se acatam o que for decidido pela Justiça ou se retornam à greve. A Secretaria Municipal dos Transportes informou em nota que fiscalizará a circulação dos ônibus a partir das 3h desta segunda. O município do Rio tem cerca de 30 mil rodoviários, para uma frota de 9 mil ônibus.