Ontem à noite, para evitar o caos nos aeroportos, a Advocacia Geral da União (AGU) entrou com uma ação civil pública na Justiça do Trabalho do Distrito Federal para tentar garantir que pelo menos 90% dos funcionários trabalhem durante a paralisação de 48 horas. A AGU quer a fiscalização do Ministério Público e a aplicação de multa ao Sindicato Nacional dos Empregados em Empresas Administradoras de Aeroportos em caso de descumprimento.
Movimento nos aeroportos é tranquilo apesar de greve
Aeroportuários de Brasília, Guarulhos e Campinas anunciaram paralisação
O movimento está aparentemente tranquilo nos aeroportos de Brasília, Guarulhos e Campinas em São Paulo, apesar da ameaça de paralisação dos funcionários da Infraero, nesta quinta-feira e amanhã, contra a privatização dessas unidades. De acordo com o primeiro levantamento divulgado nesta manhã, apenas dois voos foram cancelados em Campinas, mas sem relação com a greve. Em Fortaleza, porém, a informação é de que foram suspensas três viagens, sendo duas de ida e volta para a São Paulo, em consequência da paralisação dos aeroportuários.
Ontem à noite, para evitar o caos nos aeroportos, a Advocacia Geral da União (AGU) entrou com uma ação civil pública na Justiça do Trabalho do Distrito Federal para tentar garantir que pelo menos 90% dos funcionários trabalhem durante a paralisação de 48 horas. A AGU quer a fiscalização do Ministério Público e a aplicação de multa ao Sindicato Nacional dos Empregados em Empresas Administradoras de Aeroportos em caso de descumprimento.
Ontem à noite, para evitar o caos nos aeroportos, a Advocacia Geral da União (AGU) entrou com uma ação civil pública na Justiça do Trabalho do Distrito Federal para tentar garantir que pelo menos 90% dos funcionários trabalhem durante a paralisação de 48 horas. A AGU quer a fiscalização do Ministério Público e a aplicação de multa ao Sindicato Nacional dos Empregados em Empresas Administradoras de Aeroportos em caso de descumprimento.