O encontro ficou concentrado na Praça XV e teve shows de rap, apresentação de esquetes teatrais e outras manifestações culturais. Depois disso, lideranças fizeram um relato sobre o histórico dos protestos desde junho do ano passado e lembraram a conquista do rebaixamento do valor da passagem de ônibus.
Durante a troca de ideias da assembleia, foram definidos rumos para novos protestos. O movimentos deverão buscar uma planilha tarifária adequada, mais participação popular na decisão de itens importantes como valores, opcionais de conforto e valores; e mais evolução na transparência dos processos de definição do preço das passagens. Para o bloco, "há indícios de relação promíscua de poder público e empresas de ônibus". O "fracasso" das audiências públicas, que terminaram em vaias e depredações, também foi citado como problemas de abordagem da prefeitura.
Uma das principais propostas definidas pelo movimento, foi a criação de um fundo com percentual de multas de trânsito. A ideia é que esse dinheiro poderia sustentar um modelo mais cidadão, menos apoiado no capital, do transporte coletivo. Os movimentos vão tentar colher assinaturas para propor lei de iniciativa popular que retome o modelo de transporte adotado pela antiga Carris.
Panfletagem e protesto
Nesta terça-feira, a partir das 12h, será feito panfletaço com divulgação do histórico do movimento e principalmente a proposta de lei de iniciativa popular. Na quinta-feira, foi marcado protesto, com concentração em frente ao Paço Municipal a partir das 18h.
Com informações de Luiz Sérgio Dibe.