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MP aponta queda no número de doadores de órgãos no Estado

Ex-líder, Rio Grande do Sul ocupa hoje a sexta posição em ranking nacional de doações

O Ministério Público Estadual (MP) divulgou, na tarde desta segunda-feira, diagnóstico sobre a situação dos transplantes de órgãos e tecidos no Rio Grande do Sul. De acordo com o relatório que foi entregue à Secretaria da Saúde, o Estado já foi líder no ranking brasileiro de doações e hoje ocupa apenas a 6ª posição. Conforme o MP, os principais problemas decorrem da logística defasada, da falta de equipamentos e da queda expressiva no número de doadores.

Após constatar quadro caótico, o MP apresentou soluções imediatas para a Saúde. O promotor Francesco Conti, um dos responsáveis pela elaboração do documento, afirmou que "é preciso capacitar as comissões inter-hospitalares, equipar as instituições e também fazer um trabalho forte de treinamento dos profissionais". O secretário Estadual da Saúde, Ciro Simoni, disse que o Rio Grande do Sul precisa retomar a primeira posição no ranking nacional de doadores e que para isso é necessário melhorar a captação de órgãos.

Os resultados foram obtidos pelo MInistério Público a partir de questionários remetidos aos 67 hospitais habilitados para a captação de órgãos e tecidos no Rio Grande do Sul.

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