Na ação civil pública, o procurador da República Eduardo Santos de Oliveira, quer também que a Justiça Federal conceda liminar suspendendo todas as atividades da Chevron Brasil e da Transocean, sob pena de multa diária de R$ 500 milhões. Para o procurador, a Chevron e a Transocean não foram capazes de controlar os danos causados pelo vazamento de cerca de 3.000 barris de petróleo, o que evidenciaria falta de planejamento e gerenciamento ambiental das empresas. Segundo ele, as empresas demoraram a fechar o poço e a cimentar as fontes de vazamento.
A Chevron e a Transocean, responsável pela perfuração do poço acidentado, ainda não comentaram a requisição do Ministério Público Federal.