A Recomendação foi encaminhada após um inquérito civil ter sido instaurado pelo MP para averiguar o preço da passagem de ônibus na cidade. O parecer contábil elaborado pela DAT demonstrou que o Consórcio Transporte Coletivo que opera em Bagé apresentou orçamentos para aquisição de pneus com valores superfaturados em relação a outros municípios. Também foi apontado que o salário de fiscal lançado na planilha apresentada pelo consórcio e homologada pelo Município é o mesmo de motorista, quando, na verdade, é quase 20% menor, onerando, assim, o valor final da tarifa.
MP sugere redução da tarifa de ônibus em 12,5% em Bagé
Inquérito apontou sobrepreço de pneus e do salário dos fiscais
O Ministério Público expediu Recomendação à Prefeitura de Bagé para que a tarifa no transporte coletivo público municipal seja fixada em R$ 2,10, valor 12,5% inferior aos atuais R$ 2,40. A medida toma por base um exame feito pela Divisão de Assessoramento Técnico do MP (DAT) da documentação apresentada pelo Executivo e as concessionárias. O promotor de Justiça Everton Luís Resmini Menezes estipulou prazo de 15 dias para que o prefeito Dudu Colombo informe se aceitou e adotou o valor indicado.
A Recomendação foi encaminhada após um inquérito civil ter sido instaurado pelo MP para averiguar o preço da passagem de ônibus na cidade. O parecer contábil elaborado pela DAT demonstrou que o Consórcio Transporte Coletivo que opera em Bagé apresentou orçamentos para aquisição de pneus com valores superfaturados em relação a outros municípios. Também foi apontado que o salário de fiscal lançado na planilha apresentada pelo consórcio e homologada pelo Município é o mesmo de motorista, quando, na verdade, é quase 20% menor, onerando, assim, o valor final da tarifa.
A Recomendação foi encaminhada após um inquérito civil ter sido instaurado pelo MP para averiguar o preço da passagem de ônibus na cidade. O parecer contábil elaborado pela DAT demonstrou que o Consórcio Transporte Coletivo que opera em Bagé apresentou orçamentos para aquisição de pneus com valores superfaturados em relação a outros municípios. Também foi apontado que o salário de fiscal lançado na planilha apresentada pelo consórcio e homologada pelo Município é o mesmo de motorista, quando, na verdade, é quase 20% menor, onerando, assim, o valor final da tarifa.