Advogados da família Guerra, proprietária da fazenda, informaram, na sexta-feira, que acionariam a Justiça para retirar os colonos, em caso de invasão. Uma ação, que tramita no Ministério Público, determina a proibição de acampamento nas áreas próximas à fazenda, o que corresponde a um perímetro de dois quilômetros da propriedade.
Em 2007, durante a marcha do MST em direção à fazenda, o governo federal firmou um Termo de Ajustamento de Conduta com o Ministério Público. No documento, se comprometia a assentar todas as famílias acampadas em um ano.