A Justiça já determinou a reintegração de posse imediata das fazendas ocupadas em Viamão e em Sananduva, mas o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) informou que não deixará os locais. Os despejos podem acontecer a qualquer momento, embora a Brigada Militar dos municípios ainda não tenha recebido notificações para retirar os sem-terra.
Os acampados reafirmam que não sairão das áreas até que o governo do Estado e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) anunciem o assentamento de 1 mil famílias no Rio Grande do Sul. O governo gaúcho alega que espera a desapropriação de fazendas e a liberação de recursos para a compra de áreas.