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No comunicado, o presidente do MTG, Manoelito Savaris, afirma que “os atos de vandalismo lá praticados são condenáveis e merecem nosso repúdio”, e que cabe “à Polícia e à Justiça cuidar da questão”. Ele também desmente que o MTG tenha restrições “a preferências religiosas, ideológicas ou sexuais das pessoas”.
No fim de julho, quando a polêmica veio à tona, Savaris já dizia que o CTG de Livramento não era filiado à representação. Já o patrão do Sentinelas do Planalto, Gilbert Gisler, garante que a entidade é filiada, apesar de ter uma dívida com o MTG. Na época, Savaris disse que dentro do centro de tradições o “homem deve se comportar como homem e a mulher, como mulher”. Revelou, ainda, que as uniões realizadas nos galpões filiados são exclusivas para casais que participem do culto às tradições.
Veja o comunicado na íntegra:
"Comunicado Oficial do Movimento Tradicionalista Gaúcho
Com relação aos fatos ocorridos em Santana do Livramento, envolvendo o “CTG Sentinela do Planalto”, o Movimento Tradicionalista Gaúcho tem o seguinte a dizer:
1. O Movimento Tradicionalista Gaúcho não possui nenhum vínculo com aquela entidade, por não ser ela filiada;
2. O Movimento Tradicionalista Gaúcho desconhece as atividades e objetivos da entidade;
3. A atividade programada para o local diz respeito exclusivamente aos organizadores e seus participantes;
4. Os atos de vandalismo lá praticados são condenáveis e merecem nosso repúdio, cabendo à Polícia e à Justiça cuidar da questão;
5. O Movimento Tradicionalista Gaúcho é respeitador das leis e não tem nenhuma restrição a preferências religiosas, ideológicas ou sexuais das pessoas.
6. Qualquer tentativa de vincular o episódio envolvendo aquela associação com o MTG também é repudiada.
Manoelito Savaris
Presidente do MTG
Porto Alegre, 11 de setembro de 2014"