O diretor clinico do Hospital Universitário de Santa Maria, Sergio Pereira, descartou a realização de cirurgia para retirar as agulhas do corpo de uma mulher de 42 anos que procurou à Instituição no domingo em virtude de fortes dores que sentia. O médico residente Juliano Rigon, o primeiro a atender a paciente, informou que a mesma não corre risco de morte. Os objetos estão concentrados na coluna cervical, na altura do pescoço e na região do abdominal.
A mulher também sofre de problemas na coluna e de esclerose múltipla. Segundo Rigon, os objetos estranhos no corpo não ameaçam nenhum órgão vital. A mulher, que reside próximo a BR-392, na saída para o Município de São Sepé, vive o drama há quatro anos, quando morava ainda em Santa Catarina. De acordo com familiares, ela era obrigada a participar de ritual macabro com o companheiro, no qual eram introduzidas agulhas em seu corpo. A vítima era dopada antes de iniciar o ritual para que não sentisse dores.
Mulher com agulhas no corpo não corre risco de vida
Vítima de Santa Maria procurou ajuda médica quando começou a sentir dores no corpo