Já no Ernesto Dornelles, 20 cirurgias devem ser feitas até o fim do dia, atendendo vítimas de câncer de pele, além de pessoas que buscam a reconstrução da mama e reparos por conta de cicatrizes. Em 2010, mais de mil pessoas foram atendidas pelos mutirões no País. Neste ano, além do Rio Grande do Sul, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica faz a o mutirão em Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Mato Grosso do Sul.
O diretor do Departamento de Assistência Social da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e chefe do Serviço de Cirurgia Plástica do São Lucas, Pedro Martins, ressaltou que os procedimentos não têm custo para o SUS. “Realizamos a ação filantrópica com a intenção de atenuar o sofrimento de quem aguarda em lista de espera por um procedimento e também para mostrar à sociedade que a cirurgia plástica não é uma mera assistência da vaidade”, observou.
Martins lembrou ainda que, além da plástica estética, existe a reparadora, que beneficia do recém-nascido ao idoso. No Brasil, os cerca de 80 hospitais – que dispõem de serviço de cirurgia plástica credenciado para o ensino –participarão do mutirão nacional. “Qualquer cirurgião pode se integrar à SBCP e realizar cirurgias gratuitamente”, disse.