A campanha de doação tem dois objetivos principais.O primeiro é o de assegurar a fidelidade do voluntário, fazendo com que esse gesto seja realizado constantemente. O segundo é garantir o bom nível do estoque em função das condições de atendimento aos pacientes de traumatologia, que necessitam, normalmente, de um volume maior de sangue. “Um paciente que busca atendimento no HPS, de acordo com o estado, pode necessitar de muitas bolsas de sangue e não há condições de esperar que venham doadores. Esse material tem que estar disponível sempre”, ressaltou a assistente social do hospital, Jane Maria Diogo, que foi a responsável também por fazer a mobilização nas cidades do interior e junto com os familiares de pacientes.
Um dos exemplos é o grupo de Feliz que se dirigiu até o HPS para fazer a doação. Com a mãe internada no hospital da cidade, Rafael Warken mobilizou amigos e familiares para fazerem a doação em Porto Alegre. “Pediram quatro doadores, mas viemos em nove pessoas. O grupo se organizou cedo, saindo às 6h da cidade. “Foi um movimento muito legal”, afirmou ele. Participando do grupo, Adair Munchen realizou a sua primeira doação de sangue no mutirão. “É um gesto simples e rápido e que pode salvar vidas”, disse.
No último mutirão, em julho, mais de 100 pessoas participaram. Para ser um doador basta ter entre 18 e 65 anos, pesar mais do que 50 kg, apresentar documentos de identificação e estar em bom estado de saúde