Conforme acordo como TST, no que se refere aos dias de paralisação, foi determinado que sejam compensados ou, caso haja recusa, descontados. Por isso, durante o final de semana, os funcionários trabalharão nas Centrais de Distribuição Domiciliar (CDD) para organizar e realizar a distribuição das cartas que não foram entregues durante a greve. De acordo com a assessoria de imprensa dos Correios, mesmo sem informar quantas pessoas participarão da força-tarefa, já que, segundo a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), apenas 10% dos 8 mil funcionários deixaram de trabalhar, a expectativa é que até terça-feira toda a demanda esteja normalizada. “Os Correios pedem desculpas pelos eventuais transtornos que possam ter ocorrido e agradecem a confiança da população brasileira”, disse o comunicado.
Segundo o secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores em Correios e Telégrafos do Rio Grande do Sul (Sintect-RS), Vicente Guindani, como foi aprovado o reajuste de 6,5% para salários e benefícios, retroativo a agosto, todos só grevista retornaram ao trabalho, “Nosso objetivo nunca foi causar prejuízos aos usuários, mas pressionar a empresa a propor reajuste salarial e melhores condições de trabalho”, lembrou.