Conforme a empresa, durante a paralisação 3,3 milhões de correspondências deixaram de ser entregues no prazo normal. O total equivale a um dia e meio de trabalho. Além do acúmulo de encomendas, a mobilização afeta os serviços com hora marcada, que estão suspensos no Rio Grande do Sul.
Apesar da decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) de cortar o ponto dos funcionários paralisados, a categoria optou por manter a mobilização. Uma nova assembleia deve ser realizada na segunda-feira na Capital.
A estimativa da empresa é de adesão de 1.280 dos 8 mil funcionários, o equivalente a 16%. O Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Correios e Telégrafos do Rio Grande do Sul (Sintect/RS), porém, fala em 60%.
A direção dos Correios ofereceu 8% de aumento salarial, que foi rejeitado pelos servidores. A categoria, que pede reajuste de 47,8%, espera agora o julgamento do dissídio no TST.