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Número de casos de dengue sobe para 123 em Porto Alegre

Balanço da Secretaria Municipal de Saúde apontou 13 novas ocorrências em uma semana

Subiu para 123 o número de casos confirmados de dengue em Porto Alegre. A Secretaria Municipal de Saúde divulgou nesta sexta-feira o novo balanço da doença, atualizado pela Coordenadoria-Geral de Vigilância em Saúde (CGVS). Na semana passada, haviam sido detectadas 110 ocorrências, um aumento de 123 casos.

Dos casos de dengue confirmados, 43 são de pessoas que adquiriram a doença em viagem a outros estados e 80 são autóctones (contraída na cidade). Entre o total de pacientes com a doença contraída na Capital, 44 residem no bairro Partenon, sete no Santana, seis no Bom Jesus, cinco no Santo Antônio, quatro no Jardim Botânico, quatro no São José, três no Navegantes, dois no Santa Maria Goretti, dois no Chácara das Pedras, dois no Cristal, dois no Humaitá e um no bairro Coronel Aparício Borges.

Até a décima quarta Semana Epidemiológica, que se encerrou no último sábado, foram investigados 767 casos suspeitos de dengue em Porto Alegre, sendo que 693 pacientes são moradores da Capital. Desses, 367 casos foram descartados, 123 confirmados e 201 ainda aguardam o resultado do exame, feito pelo Laboratório Central do Estado (Lacen).

Desde a primeira semana de fevereiro, quando houve a primeira confirmação de dengue em Porto Alegre, a CGVS emitiu alerta epidemiológico e está recomendando aos profissionais de saúde o máximo de atenção a pacientes que apresentarem febre com duração de até sete dias acompanhada de pelo menos dois dos seguintes sintomas: dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares e nas articulações, e manchas na pele. Todo o caso suspeito deve ser informado pelos serviços de saúde.

Sintomas

Os sintomas da dengue são febre com duração de até sete dias acompanhada de pelo menos duas das seguintes situações: dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares e nas articulações, e manchas na pele.

A dengue é uma doença febril aguda, de causa viral, que pode ter evolução benigna ou grave, quando se manifesta na forma hemorrágica. É transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti.

Menor que um pernilongo comum, de cor preta e com pequenas manchas brancas no corpo e nas patas, o inseto costuma picar no início da manhã e no final da tarde. Não existe vacina contra a doença.

Prevenção

O mosquito se reproduz na água parada, portanto, a melhor forma de prevenir é eliminar resquícios de água acumulada em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasos de plantas, jarros de flores, garrafas, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.

Manter o lixo fechado, preencher os vasos de plantas com areia, guardar garrafas vazias com o gargalo para baixo são outras recomendações para evitar a proliferação do mosquito. Tratar regularmente a água de piscinas e mantê-la coberta por capa protetora. Caixas d’água também devem ser conservadas sob proteção.onde pode se acumular água. Tratar regularmente a água de piscinas e mantê-la coberta por capa protetora. Caixas d’água também devem ser conservadas sob proteção.

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