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Número de doadores de medula óssea no Rio Grande do Sul ainda é pequeno

Diretor do Centro de Imunologia da Reprodução da Santa Casa alerta que população gaúcha precisa se conscientizar sobre importância da doação<br />

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Apesar do número de doadores ter aumentado desde o ano 2000 no Brasil, o Rio Grande do Sul ainda precisa ampliar o seu banco de medula óssea. De acordo com o diretor do Centro de Imunologia da Reprodução da Santa Casa de Porto Alegre, médico Jorge Neumann, a maior dificuldade é encontrar um cidadão que tenha compatibilidade com o receptor. Conforme dados do Registro de Doação de Medula (Redome), do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o país tem 3.749 pessoas esperando por doação. No Redome, existem 1.743.980 cadastradas.

A medula fica localizada no osso chamado tutano e é responsável pela criação do sangue e do sistema imunológico do organismo. Podem ser doadores pessoas entre 18 e 55 anos, exceto portadores de câncer e de HIV. Em geral, dois problemas envolvem a doação de medula óssea: casos de câncer (leucemia) e carência de funcionamento desse sistema (anemia).

Já foram realizados transplantes de medula óssea em 16 gaúchos. Desse total, houve apenas 4 doadores do Rio Grande do Sul, o restante veio de outros estados brasileiros. Conforme dados do Redome, o Estado possui até julho deste ano 127,5 mil cadastrados para uma população de aproximadamente 10 milhões de habitantes.

Locais para doação:

HEMORGS
Centro de Hemoterapia e Hematologia do RS
Av. Bento Gonçalves, 3722 - Bairro Partenon
Cep: 90650-001
Fone: (51) 3336-6755 / 3336-2843
Responsável: Dra. Silvia Spalding

Hospital de Clínicas

Av. Ramiro Barcelos, 2350 - Santa Cecília
Cep: 90035-003
Fone: 3359-8317 / 3359-8504
E-mail: lsilla@hcpa.ufrgs.br
Responsável: Dra. Lúcia M. R. Silla

Santa Casa de Porto Alegre - Poa
Rua Prof. Annes Dias, 295 - Centro
Cep: 90020-090
Fone: 3214-8670 / 3214-8657
Responsável: Sandra Fernandes


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