A Secretaria Municipal de Gestão e Acompanhamento Estratégico da Capital aguarda o resultado da negociação feita com os comerciantes que ainda se encontram em débito no Centro Popular de Compras. Depois da confusão registrada na tarde de quinta-feira, quando os fiscais da Secretaria Municipal de Produção, Indústria e Comércio (Smic) fecharam 11 das bancas, a resposta para o impasse deve vir através do Ministério Público Estadual.
Um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) deve viabilizar um possível acordo definitivo. Para o secretário da Smic, Idenir Cecchin, as medidas cabíveis à sua pasta já foram tomadas. "Deixo agora para a Secretaria de Gestão e Acompanhamento Estratégico seguir adiante com o caso", relata.
A proposta, acertada em conjunto com o titular da Smic, Idenir Cecchin, deverá ter a anuência da Câmara Municipal e prevê que na segunda-feira, 15, seja pago o aluguel de janeiro, dia 22 o de fevereiro e os pagamentos subsequentes sejam acrescidos de R$ 100 referentes aos valores atrasados de 2009.
Após o confronto no Camelódromo, ontem à tarde, comerciantes fizeram protestos em frente à prefeitura. Um grupo seguiu até o Palácio da Polícia, onde protocolou uma denúncia de racismo e abuso de autoridade. Fiscais da Smic registraram queixa por violação de lacres nas lojas fechadas, ainda antes da autorização da Secretaria de Gestão para reabri-las.
Negociações sobre o Camelódromo devem chegar ao fim nesta tarde
Resposta para o impasse deve vir por meio do Ministério Público Estadual