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O Tagammu, liderado pelo senador Rifaat al-Said, normalmente age como uma oposição leal e se recusou a unir-se aos outros partidos no boicote às contestadas eleições parlamentares de novembro. O partido tem apoio bem menor que a Irmandade Muçulmana. Este grupo ainda não decidiu se pretende deixar o diálogo, mas exige a saída imediata de Mubarak do posto.
O governo afirmou que os partidos envolvidos no diálogo concordaram com a formação de um comitê para avaliar reformas constitucionais na primeira semana de março. A Irmandade Muçulmana disse que os resultados do encontro "foram insuficientes" e vários grupos por trás das manifestações no país rejeitaram a oferta do regime por diálogo enquanto a principal exigência deles, a renúncia de Mubarak, não for atendida. As informações são da Dow Jones.