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Nova manifestação volta a alterar rotina de Porto Alegre

Quase 9 mil pessoas confirmaram presença no evento com concentração na Praça da Matriz

O horário de funcionamento do comércio e dos serviços de Porto Alegre volta a sofrer alterações nesta quinta-feira devido à manifestação marcada para 18h. A orientação do Sindicato dos Lojistas (Sindilojas) segue a mesma: empresários e comerciantes que têm estabelecimentos na área central são aconselhados a fechar as portas às 17h.

A Justiça estadual de 2º grau antecipa o fim do expediente, por isso Palácio da Justiça, Tribunal de Justiça, serviços auxiliares e foros da Capital, além dos serviços notariais e registrais, encerram as atividades às 16h. Os servidores da Prefeitura de Porto Alegre e do Governo do Estado ainda não receberam orientação quanto ao fim do expediente, mas nas últimas manifestações os funcionários foram liberados mais cedo.

DMLU não recolherá contêineres

Ao contrário do que ocorreu nas duas últimas manifestações em Porto Alegre, nesta quinta-feira o Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) não vai recolher contêineres de lixo doméstico para evitar depredações. O motivo seria a mudança no ponto de partida do protesto, que será da Praça da Matriz, em frente ao Palácio Piratini. A concentração das manifestações anteriores ocorreu no Paço Municipal, em frente à Prefeitura de Porto Alegre.

Quase 9 mil confirmam presença

Quase 9 mil pessoas confirmaram presença, via Facebook, no protesto organizado pelo Bloco de Luta pelo Transporte Público. Diferente das outras quatro manifestações, desta vez a concentração será na Praça da Matriz, em frente ao Palácio Piratini, sede do governo do Estado. De acordo com um dos coordenadores do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e acadêmico de História, Matheus Gomes, o objetivo é realizar atividades lúdicas com a participação de grupos musicais e cênicos.

Transporte coletivo

O horário de pico dos ônibus de Porto Alegre será antecipado para as 16h devido ao protesto. Com isso, a partir deste horário, os 1.701 coletivos que operam na Capital estarão nas ruas.

Para orientar a operação do trânsito, o diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Cappellari, informou que 200 agentes foram empregados para controlar a circulação dos veículos e informar os usuários das mudanças nos itinerários e possíveis bloqueios. As empresas de ônibus que não cumprirem as determinações serão multadas.

Já na região Metropolitana, todas as empresas de ônibus consultadas disseram que não haverá mudanças nos horários de operação, sem antecipação do horário de pico. Mudanças nas rotas dos veículos serão definidas somente se houver bloqueios no tráfego. A Metroplan garante que irá fiscalizar e multar as empresas que descumprirem os horários e determinações.

A Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre S.A (Trensurb) informou que não há previsão de nenhuma alteração no funcionamento do sistema metroviário nesta quinta-feira.

Com informações dos repórteres Dico Reis e Euclides Bitelo


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