O diretor do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul, Raul Giacobone, disse que os servidores aceitaram a proposta, mas o secretário Casartelli não acatou a medida do MP. A proposta é da promotora Ângela Rotuno. O líder sindical afirmou que a tendência é de que, se não sair um acordo, o movimento se radicalize com o crescimento da adesão do funcionalismo.
Nesta quinta-feira, o movimento deve realizar no período da manhã uma manifestação na frente da prefeitura. Durante a tarde, os servidores realizam uma assembleia geral no Clube do Comércio.
A avaliação do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa) é de que 70% dos servidores das Unidades Básicas de Saúde fizeram greve nesta quarta-feira. Durante a madrugada, a prefeitura de Porto Alegre entrou com uma ação na Justiça pedindo que a paralisação seja considerada ilegal, segundo o secretário da Governança Local, Cézar Busatto.