As negociações ocorrem desde o início do protesto, mas até agora as partes não chegaram a um acordo. Segundo a reitoria, a cada encontro, os jovens levam novas propostas, o que tem protelado a solução para o impasse. Já os estudantes dizem que as propostas da universidade não estão de acordo com as necessidades dos alunos, que exigem uma sala para ocupação imediata e não poderiam aguardar pela construção de um novo espaço.
Ontem, a reitoria divulgou uma nota oficial se posicionando sobre o assunto. Os estudantes pretendem continuar no local até que os pedidos sejam atendidos.