Entidades sindicais de trabalhadores, entre as quais o Cpers/Sindicato, e do campo, como o MST marcaram presença. As bandeiras, portanto, serão maiores e incluirão questões como a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, piso nacional ao magistério e reforma agrária.
De parte das entidades participantes as pautas continuam as mesmas. Conforme Matheus Gomes, do Bloco de Lutas pelo Transporte Público, e da coordenação do DCE da Ufrgs, a entidade defenderá eixos como a redução da passagem do transporte público, a abertura das contas das empresas de ônibus e contra a repressão e criminalização dos movimentos sociais, PEC 37 e corrupção. Mas a relação é ampla e incluirá mais investimentos em educação, saúde, segurança e menos Copa do Mundo.
Com informações de Heron Vidal.