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Obra de revitalização da Orla do Guaíba deve começar ainda este mês

Contrato para início dos trabalhos foi assinado nesta manhã

Obra de revitalização da Orla do Guaíba deve começar ainda este mês
Obra de revitalização da Orla do Guaíba deve começar ainda este mês Foto : PMPA / Divulgação / CP
*Com informaçõs de Mauren Xavier

A Prefeitura de Porto Alegre assinou na manhã desta quarta-feira o contrato para a realização da primeira etapa da revitalização da Orla do Guaíba. Na cerimônia, o prefeito José Fortunati afirmou que os trabalhos devem começar ainda em setembro. O Orla Mais Alegre, formado pelas empresas Procon, Sadenco e SH Estruturas Metálicas, é o consórcio responsável pela obra.

Esta primeira etapa, que compreende o trecho de 1.320 metros entre a Usina do Gasômetro e a Rótula das Cuias, deve ser concluída no prazo de 12 a 18 meses. Ao todo, o projeto de revitalização da Orla do Guaíba é dividido em cinco fases. Os recursos provêm de um financiamento junto ao Banco de Desenvolvimento da América Latina – a Corporação Andina de Fomento (CAF).

O projeto, do arquiteto Jaime Lerner, prevê construção de passeios, ciclovia, um ancoradouro para barcos de passeio, um restaurante e seis bares, quatro deques, duas quadras de vôlei, duas de futebol e duas academias ao ar livre, vestiário, playground, além de duas passarelas metálicas com jardim aquático, iluminação especial com fibra ótica e lâmpadas de LED e central de segurança com a Guarda Municipal para videomonitoramento da região.

Orla ficará bloqueada


Os porto-alegrenses vão perder por de 12 a 18 meses o acesso a um dos cartões postais da cidade. Isso porque em função do início das obras de revitalização da Orla do Guaíba serão instalados tapumes em toda a orla. O bloqueio terá início quando vão começar as intervenções.

Segundo um dos responsáveis pelo consórcio Orla Mais Alegre, Caetano Pinheiro, o bloqueio é importante para evitar acidentes e garantir a segurança da população e dos trabalhadores. Ele ressaltou que a expectativa é de que as obras não enfrentem dificuldades na sua execução.

Na próxima semana, haverá reunião entre os responsáveis pelo consórcio e do Gabinete de Desenvolvimento e Assuntos Especiais (Gades) para discutir os detalhes da intervenção. Segundo o secretário do Gades, Edemar Tutikian, o bloqueio ocorre porque as obras não serão feitas por trechos, mas abrangerá toda a extensão ao mesmo tempo.