A primeira etapa da restauração contará com recursos da ordem de R$ 6,5 milhões. Essa fase vai ser realizada pela empresa Arquium e a previsão é que leve pelo menos um ano. Outros R$ 13 milhões estão assegurados pelo governo federal, mas ainda não foram liberados.
O diretor de patrimônio histórico na Capital, Luiz Custódio, ressaltou que essa primeira parte da restauração é a mais complexa. “Ela é mais demorada porque a restauração sempre esbarra em partes que tem que refazer e outras que tem que conservar. E nem tudo está completamente claro. A outra etapa é a parte metálica, que é mais industrial. Ou seja, é retirar tudo o que foi queimado e fazer de novo, não é uma restauração”, comentou.
Para o presidente da Associação dos Permissionários do Mercado Público, Ivan Konig, o início das obras constitui um sentimento de alívio diante da angústia de empresários e trabalhadores. “É uma ótima notícia, esperada por todos. Queremos um Mercado Público mais limpo e seguro. A soma dos investimentos, da restauração e das reformas que serão feitas pelos permissionários em suas lojas trará um incremento na circulação e no consumo.”