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Obras do BRT em Porto Alegre devem reiniciar em breve

Trabalhadores estão na primeira fase de colocação de asfalto de concreto

Obras do BRT devem reiniciar em breve
Obras do BRT devem reiniciar em breve Foto : Tarsila Pereira
Os corredores de ônibus das avenidas Bento Gonçalves, Protásio Alves e João Pessoa devem voltar a receber ajustes em breve para a conclusão do sistema BRT (Bus Rapid Transit). Conforme o secretário municipal de Gestão, Urbano Schmitt, “estamos em tratativa para o reinício das obras pós-Copa do Mundo”. Segundo ele, a previsão é que a primeira fase, que consiste na substituição do pavimento asfáltico por asfalto de concreto (pois piso o rígido permite maior velocidade), seja concluída até o final deste ano.

A Protásio está com 90% do corredor pronto, no trecho de 7 km entre as ruas Saturnino de Brito e Sarmento Leite, e a Bento, com 95%, entre a Antônio de Carvalho e a Princesa Isabel.

Para ambas, executadas pelo consórcio Sultepa e Conpasul, faltam os cruzamentos onde há pavimentação antiga. As construtoras aguardam o auxílio da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) para o bloqueio das vias. “Estamos estudando alternativas para minimizar os transtornos, visto que faltam os cruzamentos com maior movimento. Cada caso será estudado”, disse o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari. A avenida João Pessoa é a mais atrasada, com 60% da obra concluída, dos 3,2 km de extensão. O consórcio Giovanella é o responsável pela obra.

Ainda em estudos liberação de alça

Não há previsão para a liberação da alça de acesso da Rodovia do Parque (BR 448) ao bairro Humaitá, na Capital. A Superintendência Regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) aguarda por uma definição da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) para saber se deverá implantar um quebra-molas padrão ou uma faixa de pedestres elevada na via.

A alça será liberada somente quando as mudanças forem concluídas. A via não está sendo utilizada desde a inauguração, em dezembro de 2013. Conforme o Dnit, as modificações foram sugeridas após vistoria feita por técnicos da autarquia, da EPTC e da PRF, quando ficou acertado que o Dnit implantará um redutor de velocidade depois do final da alça, já em área do município. As mudanças visam à segurança na chegada ao bairro. “Não temos prazo para entregar essa avaliação”, disse Vanderlei Cappellari, presidente da EPTC.

Estação Antártica terá nova licitação

A Comissão Interministerial para os Recursos do Mar, que inclui a Marinha do Brasil, divulgou ontem o procedimento para realizar nova licitação para reconstruir a Estação Antártica Comandante Ferraz, destruída há dois anos e meio por incêndio que matou dois militares. A previsão é que a nova estação custe US$ 110,5 milhões. O governo tentou, no final de 2012, uma licitação somente com empresas nacionais, estimada em R$ 147,4 milhões, mas não houve interesse.

Elas alegaram a questão do câmbio, do estudo de impacto ambiental que não estava completo e o preço. O edital será lançado amanhã.

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