A Protásio está com 90% do corredor pronto, no trecho de 7 km entre as ruas Saturnino de Brito e Sarmento Leite, e a Bento, com 95%, entre a Antônio de Carvalho e a Princesa Isabel.
Para ambas, executadas pelo consórcio Sultepa e Conpasul, faltam os cruzamentos onde há pavimentação antiga. As construtoras aguardam o auxílio da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) para o bloqueio das vias. “Estamos estudando alternativas para minimizar os transtornos, visto que faltam os cruzamentos com maior movimento. Cada caso será estudado”, disse o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari. A avenida João Pessoa é a mais atrasada, com 60% da obra concluída, dos 3,2 km de extensão. O consórcio Giovanella é o responsável pela obra.
Ainda em estudos liberação de alça
Não há previsão para a liberação da alça de acesso da Rodovia do Parque (BR 448) ao bairro Humaitá, na Capital. A Superintendência Regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) aguarda por uma definição da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) para saber se deverá implantar um quebra-molas padrão ou uma faixa de pedestres elevada na via.
A alça será liberada somente quando as mudanças forem concluídas. A via não está sendo utilizada desde a inauguração, em dezembro de 2013. Conforme o Dnit, as modificações foram sugeridas após vistoria feita por técnicos da autarquia, da EPTC e da PRF, quando ficou acertado que o Dnit implantará um redutor de velocidade depois do final da alça, já em área do município. As mudanças visam à segurança na chegada ao bairro. “Não temos prazo para entregar essa avaliação”, disse Vanderlei Cappellari, presidente da EPTC.
Estação Antártica terá nova licitação
A Comissão Interministerial para os Recursos do Mar, que inclui a Marinha do Brasil, divulgou ontem o procedimento para realizar nova licitação para reconstruir a Estação Antártica Comandante Ferraz, destruída há dois anos e meio por incêndio que matou dois militares. A previsão é que a nova estação custe US$ 110,5 milhões. O governo tentou, no final de 2012, uma licitação somente com empresas nacionais, estimada em R$ 147,4 milhões, mas não houve interesse.
Elas alegaram a questão do câmbio, do estudo de impacto ambiental que não estava completo e o preço. O edital será lançado amanhã.