Ela ressaltou que a parte mais complicada da obra já foi concluída. A demora na finalização do projeto deve-se a diversos fatores, entre eles as condições climáticas, que fizeram com que a velocidade de algumas etapas levasse mais tempo. Intervenções paralelas, como nas redes de esgoto e de iluminação, também provocaram demora na execução da reformulação do local.
A partir do próximo mês terá início o trabalho de ajardinamento da Alfândega. O serviço está sendo contratado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Smam) e deverá demorar três meses para ser concluído. “Dará o colorido que falta à praça”, ressaltou ela. Atualmente, está em execução a demolição do banheiro público, instalado no canteiro central. Um dos grandes diferenciais da nova Alfândega será o Módulo de Serviço Caminho do Jacarandá. O espaço, que está sendo construído junto à lateral do prédio da Caixa Econômica Federal, será uma espécie de centro comercial, que abrigará bancas de revistas, uma cafeteria, uma floricultura, um espaço de informações turísticas, banheiros, posto de segurança e uma sorveteria.
Segundo Briane, a ideia é estimular a utilização da praça, com o oferta de serviços de lazer. Além disso, ela lembrou que o movimento na Alfândega, mesmo sem estar concluída, já surpreende. “É uma surpresa muito grande ver que a população já está aproveitando este espaço, que infelizmente, antes estava enfrentando um processo de deterioração”, assinalou.
Apesar dos transtornos, em função das obras - há movimento constante de operários -, a paisagem já mudou. Além da iluminação, que foi ampliada, os espaços de circulação foram alargados, fazendo com que o local passa esteja mais aberto. As equipes que trabalham na restauração ainda estão concluindo a recuperação dos passeios, que é formado por pedras portuguesas. Serão instaladas ainda uma fonte, no meio da praça, e alguns monumentos retirados para restauração.