O Simers ressalta que a decisão judicial será cumprida, mas que a entidade vai recorrer. O sindicato acusa o prefeito Sanchotene Felice de ter sido ofensivo no modo como se referiu ao grupo de obstetras. Os médicos querem mudar a forma de contratação passando a ter a carteira de trabalho assinada e direitos como férias e 13º salário.
O sindicato ainda reforça que, durante o período no qual o serviço foi suspenso, 13 partos foram realizados pelos plantonistas. Isso porque foi mantido o atendimento em casos de urgência e emergência.