O secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil, Gelson Santana, explica que a entidade está oferecendo suporte para que os trabalhadores realizem seu protesto, desde terça-feira. “Há muita pressão por parte da empreiteira. Além da privação das remunerações e obrigações financeiras, há violação de normas de saúde e segurança do trabalho”, acrescentou. As denúncias, segundo ele, foram encaminhadas à Superintendência Regional do Trabalho e Emprego.
A Secretaria Municipal de Educação (Smed), gestora dos recursos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), usados no custeio da obra, informou ontem que fiscalizará a execução das construções pela empresa P. O. S. Incorporações Imobiliárias. A intenção é exigir o cumprimento das regras trabalhistas e evitar o prejuízo da comunidade com eventuais atrasos na entrega das escolas. A empresa não foi encontrada pela reportagem.