Três pessoas foram presas até agora. Duas delas por porte ilegal de arma e outra porque mantinha um abatedouro clandestino. O trabalho prossegue ao longo da tarde. Para exemplificar o problema causado pelo furto de animais na economia local, o delegado Afonso Stangherlin contou que um único pecuarista chegou a registrar o desaparecimento de 30 cabeças de gado em um só mês.
Em função de o município ficar na fronteira com a Argentina, servidores da Vigilância Sanitária também foram convidados para a operação. O delegado Stangherlin explicou que uma das principais suspeitas é que haja comércio ilegal entre os dois países, o que pode facilitar a proliferação de doenças bovinas.
Outra suspeita que está sendo investigada é a de que criadores abatam animais para evitar a declaração à Receita Estadual, sonegando impostos. São 50 agentes cumprindo 27 mandados de busca e apreensão no comércio local e em prováveis abatedouros clandestinos.