A última morte da temporada foi confirmada, no fim da manhã, no balneário do Cassino, em Rio Grande. O pescador artesanal Carlos Cardoso, de 33 anos, chegou a ser socorrido inconsciente depois de ficar preso nos cabos de um barco que virou a 800 m da areia. Outros dois conseguiram se salvar. Foi a primeira morte no Litoral Sul registrada pela Operação Golfinho - s demais ocorreram em Arroio do Sal, Imbé, Capão da Canoa, Mostardas e Cidreira, com dois casos.
Operação Golfinho salvou quase 900 pessoas em 17 dias
Sete mortes já foram registradas ao longo da temporada
Em 17 dias, a Operação Golfinho salvou 899 pessoas no Rio Grande do Sul, segundo um comunicado emitido no fim da tarde desta terça-feira. Sete pessoas morreram desde o início oficial da temporada, em 18 de dezembro. Foram 852 salvamentos no Litoral Norte, 27 no Litoral Sul e 17 em águas internas. No verão passado, até esta época do ano, 920 pessoas haviam sido resgatadas com vida.
A última morte da temporada foi confirmada, no fim da manhã, no balneário do Cassino, em Rio Grande. O pescador artesanal Carlos Cardoso, de 33 anos, chegou a ser socorrido inconsciente depois de ficar preso nos cabos de um barco que virou a 800 m da areia. Outros dois conseguiram se salvar. Foi a primeira morte no Litoral Sul registrada pela Operação Golfinho - s demais ocorreram em Arroio do Sal, Imbé, Capão da Canoa, Mostardas e Cidreira, com dois casos.

A última morte da temporada foi confirmada, no fim da manhã, no balneário do Cassino, em Rio Grande. O pescador artesanal Carlos Cardoso, de 33 anos, chegou a ser socorrido inconsciente depois de ficar preso nos cabos de um barco que virou a 800 m da areia. Outros dois conseguiram se salvar. Foi a primeira morte no Litoral Sul registrada pela Operação Golfinho - s demais ocorreram em Arroio do Sal, Imbé, Capão da Canoa, Mostardas e Cidreira, com dois casos.