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Pais ameaçam com protesto e conseguem avanços em escola da zona Norte

Coordenadoria Regional de Porto Alegre apresentou novo professor e prometeu reparo em muro

Por Hygino Vasconcellos

Um grupo ligado à Associação de Pais e Mestres (APM) da Escola Estadual Marieta da Cunha Silva, no bairro Jardim Itu-Sabará, em Porto Alegre, prometia fazer um protesto para o final da tarde desta quarta. Eles reclamam da demora para a construção de um muro, nos fundos do terreno, que teria sido prometida há mais de dois anos. Além disso, outro descontentamento é a falta de dois professores. Desde maio não há docentes para português na 8ª série e 8º ano; e para matemática, do 6º ano e 7º ano. A instituição tem hoje 236 alunos.

Apesar da movimentação em frente à escola, o grupo acabou sendo recebido pela titular da 1ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), Rozane Dalsasso, a diretora do departamento administrativo da Seduc, Sonia Costa, e a chefia de gabinete da coordenadoria. Por isso, o protesto, que prometia fechar a avenida Protásio Alves, acabou não ocorrendo.

Durante o encontro, foi apresentado o novo professor de português e foi garantido que as obras no muro começariam em 15 dias. “O dinheiro para a obra já estava liberado desde maio, mas o serviço ainda não tinha sido executado”, relatou uma mãe que não quis se identificar.

Em relação ao professor de matemática, a Seduc informou que não pode fazer a nomeação agora devido ao período eleitoral. “Eles falaram que vão encontrar uma alternativa.” A reportagem tentou contato com Rozane, mas não foi atendida.

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