Os pais, no entanto, querem que o motorista do ônibus escolar e as duas pessoas que teriam participação na propriedade e administração do coletivo sejam punidos criminalmente. Segundo o grupo, houve descaracterização do caso de crime doloso para crime culposo. A decisão foi tomada pelo Tribunal de Justiça do Estado. O Ministério Público recorreu a Brasília, mas o Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, teria confirmado que a decisão final caberia ao TJ do Rio Grande do Sul.
O grupo de pais portava faixas, cartazes e fotos dos filhos vitimados. Eles começaram a se concentrar em frente ao Fórum desde o começo da manhã. Dilceu Pertili, que perdeu um menino de 16 anos e uma menina de 12 anos, acorrentou-se às grades em frente ao Fórum.
No meio da tarde, um grupo de pais foi recebido pela juíza Adrià Atz. Após a reunião na 1ª Vara Criminal, Dilceu Pertili disse que os pais farão novo protesto no próximo dia 23, quando prometem trancar rua na frente do Fórum.