Como alternativa, a empresa também pode readmitir o trabalhador e instituir um processo administrativo para investigar as causas de uma agressão entre colegas que, segundo os rodoviários, levou à demissão. A empresa ganhou prazo até a próxima segunda-feira para responder às sugestões do Ministério Público do Trabalho (MPT).
Já os trabalhadores ainda definem possíveis novas paralisações ou operações-tartaruga dos coletivos na zona Sul, a partir desta quarta. Os rodoviários podem não revelar a decisão, já que na última segunda-feira a empresa agilizou um mandado judicial que impediu o fechamento das garagens.
Mais de 120 mil passageiros foram prejudicados pela paralisação dos trabalhadores da Trevo no fim da semana passada. Os coletivos foram impedidos de circular na sexta-feira.